presença de neoplasia testicular bilateral no mesmo animal (leydigocitoma).
responsáveis pelo desenvolvimento glandular e os estrógenos modulam a ação androgênica.
na região dorsal do ânus. B. Adenoma hepatoide localizado na cauda do mesmo animal.
detecção de tumores testiculares concomitantes.
podendo ser necessária a utilização de técnicas imunohistoquímicas para definir o diagnóstico.
estabelecimento do melhor protocolo terapêutico.
urinálise e perfil bioquímico sérico, determinam as condições clínicas gerais do paciente.
hiperplasia glandular, hérnia perineal e fístulas perianais.
estabelecido pela OMS para neoplasias cutâneas:
• N0: linfonodos regionais normais
N1: linfonodo ipsilateral envolvido
N2: linfonodo contralateral envolvido
N3: linfonodos envolvidos e aderidos a estruturas adjacentes
MX: não é possível determinar.
deiscência de sutura e prolapso retal.
possibilita posterior excisão cirúrgica com mínimas complicações pósoperatórias.
mínimas complicações pósoperatórias para adenomas hepatoides menores que 2 cm de diâmetro.
benefício da orquiectomia no tratamento dessas neoplasias não foi comprovado.
presença de obstrução do canal pélvico (Figura 30.9).
regressão tumoral, ou no pósoperatório, visando à prevenção de recidivas locais.
foram descritos, entretanto sua eficácia não foi adequadamente comprovada.
ou adjuvante à excisão cirúrgica.
B. Aspecto da região perianal após a ressecção cirúrgica do tumor e orquiectomia.
atualmente, é contraindicada em decorrência do elevado potencial mielossupressor desses hormônios.
adenocarcinomas dos sacos anais são raros, representando menos de 1% das neoplasias cutâneas.
originam as neoplasias dos sacos anais.
infrequente nas neoplasias dos sacos anais.
ao proprietário, diferentemente do observado nas neoplasias hepatoides.
com metástase pulmonar e/ou hepática.
mediante avaliação histopatológica.
para a identificação de metástases em vértebras lombares.
já estarem acompanhados por metástases em linfonodos.
antineoplásica e radioterapia, em virtude da natureza invasiva e metastática da neoplasia.
pósoperatórias, sendo também indicada como tratamento paliativo de tumores inoperáveis.
radioterapia e quimioterapia antineoplásica pósoperatória com mitoxantrona (5 mg/m
IV, a cada 21 dias, durante cinco
funcionando como marcadores prognósticos e sinalizadores precoces de recidiva.
estadiamento tumoral e as modalidades terapêuticas instituídas.
aparentemente promove maior controle das recidivas locais e menores índices metastáticos.
diversificado campo de pesquisas.
neoplasias perianais para garantir maior índice de sobrevida aos pacientes.
animais e doença estável em 20 cães).
A administração metronômica de clorambucila, na dose de 4 mg/m
, a cada 24 h, acompanhou doença estável em dois
30 e 3 semanas, respectivamente.
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biliares, tumores neuroendócrinos (carcinoides) e sarcomas.
como uma massa solitária que acomete todo o lobo hepático, o que caracteriza a forma maciça.
adrenais, no pâncreas, nos intestinos, no baço e na vesícula urinária.
neoplásica. Nos felinos, algumas alterações anaplásicas já foram observadas nos adenomas biliares.
ambas as espécies, representando menos de 5% dos diagnósticos.
carcinomatose são comuns em 67 a 80% dos gatos acometidos e em aproximadamente 80% dos cães.
sua ocorrência os já citados para os carcinomas biliares.
mesenquimal são de rara ocorrência no parênquima hepático de ambas as espécies.
podem estar presentes já no momento do diagnóstico.
metastáticos e de doenças hepatobiliares não neoplásicas.
hemoperitônio em dois cães em decorrência da ruptura de um carcinoma hepatocelular maciço.
anormalidades em fatores de coagulação também já foram descritos em cães com tumores hepatobiliares.
normocrômica e trombocitopenia.
Tabela 31.1 Anormalidades hematológicas e bioquímicas em cães e gatos com tumores hepáticos.
↑ Fosfatasealcalina 61a100 10a64
↑ Alaninaaminotransferase 44a75 10a78
↑ Aspartatoaminotransferase 56a100 15a78
↑ Gamaglutamiltransferase 39 78
↑ Bilirrubinatotal 18a33 33a78
↑ Ácidosbiliares séricos 50a75 67
provável que seja um tumor neuroendócrino ou um sarcoma.
biliares pré e pósprandial em 50 a 75% dos casos, porém esta é uma alteração inespecífica.
bastante comum e pode ser a única alteração encontrada nos felinos.
vascularização dos tumores hepáticos pode ser realizada pelo doppler.
para diferenciação entre lesões hepáticas benignas e malignas.
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