desenvolvimento canino LNH assim como têm sido evidenciados em seres humanos.
A análise espacial de linfomas caninos e humanos realizada por Kimura et al.
12 corrobora a evidência de associação da
evidência de que ambas as espécies compartilham um fator de risco comum influenciado pelo espaço.
Prevenção do câncer e fatores de risco
o tabagismo é uma medida preventiva para o controle do câncer.
exemplo é a colpocitologia oncótica para o diagnóstico do câncer de colo uterino.
citamse dieta, tabaco, luz solar, álcool, agentes químicos, infecções virais e outros.
fatores como a nutrição e a higiene.
fatores de risco e de prevenção para as neoplasias em animais.
Os principais agentes de quimioprevenção do câncer no ser humano compreendem:
metabolismo de carcinógenos na formação de radicais livres (retinoides, carotenoides etc.)
• Compostos que reduzem a absorção de carcinógenos (fibras)
• Elementos químicos que inibem a proliferação celular (hormônios)
• Substâncias com ações desconhecidas, como as encontradas no cháverde e em cebolas.
Perspectivas para o controle populacional do câncer em animais
prevenção, o diagnóstico e o tratamento das doenças malignas que mais acometem os cães e os gatos.
desenvolvimento, entre eles, os mais citados:
mastocitoma nos cães da raça Boxer
das terapias convencionais, assim como o prognóstico
reduzir a incidência das doenças malignas em cães.
importantes sobre a magnitude da doença em determinadas raças de cães e gatos.
requer o conhecimento da correlação com os fatores etiológicos, por meio de estudos epidemiológicos.
Quadro 1.3 Múltiplos estádios da carcinogênese.
Lesãode DNA inicial (pelaaçãodos carcinógenos):
Radiação,produtosquímicos,víruseoutros
Quebraserearranjos cromossômicos, replicaçãogênica
Seleçãodecélulas mutantes – clonalidade:
Falha nocontroledocrescimentoe/oudiferenciaçãocelular
Perdadaestabilidadecromossômica
Mudança noperꚦ횅ldeexpressãogênica
Inativaçãodegenes supressoresdetumor
proliferação e deficiência nas taxas de morte celular.
(vírus, bactérias e parasitas).
efeitos hormonais e predisposição genética.
raça Boxer para o desenvolvimento de neoplasias.
mecanismos homeostáticos de proliferação e diferenciação celular e de apoptose.
Muitos modelos foram propostos para explicar os mecanismos de carcinogênese, sendo o da
iniciação/promoção/progressão um dos mais aceitos (Figura 1.7).
seja, os protooncogenes, os genes supressores e a apoptose.
originam um tumor, pois muitas entram no processo de apoptose.
Tabela 1.8 Agentes etiológicos das neoplasias.
Agentesconhecidos Agentes prováveis
Seresanimados: Hereditariedade
Células neoplásicas transplantadas Traumatismos
clone. Essa etapa pode ser interrompida caso o estímulo seja cessado.
constituise em evento sistêmico e irreversível.
inibição de apoptose, e sua ação pode ser reversível.
que são induzidas por fatores exógenos.
elétrons, bem como erros introduzidos na replicação pela DNA polimerase (Figura 1.8).
sistema imunológico, podem ser eliminadas por este.
modificação química do DNA em uma mudança herdada.
não afetam diretamente o DNA e seus efeitos são reversíveis.
infiltração tecidual e de disseminação metastática.
Figura 1.9 Tumorigênese pelos mecanismos de iniciação e promoção. DNA = ácido desoxirribonucleico.
Quadro 1.4 Principais carcinógenos químicos.
Fármacosantineoplásicos, comociclofosfamidaeclorambucila
doença respiratória, incluindo o câncer pulmonar.
porque a maioria dos inseticidas é lipossolúvel e tende a se depositar no tecido adiposo.
desenvolvimento de cânceres de estômago, pulmão e fígado em cães.
em áreas poluídas com a industrialização de fumo.
por timina no códon 249, que faz parte do gene supressor de tumor p53.
hepático quando alimentados com aflatoxinas.
transformação do cancerígeno final que reage, de forma covalente, com o DNA da célula.
impedem a formação de radicais livres inibem a ação carcinogênica.
que induzem a diferenciação em câncer de próstata e mama (no ser humano).
Os carcinógenos físicos são representados por radiação, traumas e inflamações.
vitro e induz a gênese do tumor in vivo, tanto em seres humanos quanto em animais.
tecidos, de todas as espécies, em qualquer idade, incluindo os fetos.
aumenta o risco de neoplasias de origem epitelial e mesenquimal em cães.
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